Esta tecnologia em iluminação permite reduzir em até 80% o valor da fatura energética, com uma duração superior a 50 vezes mais do que uma lâmpada convencional e consumindo apenas 20% da energia para a mesma iluminação.
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O mercado da iluminação, está a passar por mais uma revolução no que se refere à forma de emissão da luz elétrica, possibilitando novas aplicações e novas maneiras de iluminar ambientes e objectos.
O princípio de funcionamento baseia-se na eletroluminescência, isto é, na emissão de luz pela passagem de energia elétrica (São compostos por diodos semicondutores que convertem eletricidade em luz visível). É um processo muito eficiente que pode representar uma poupança de 80% a 90%, relativamente às lâmpadas incandescentes cuja produção, na Europa, está proibida desde setembro de 2012. Estamos a falar da luz gerada pela passagem de corrente através de componentes electrónicos designados por LED - Light Emitting Diode (Díodo Emissor de Luz). Diodos emissores de luz usam corrente contínua (DC) de energia elétrica direta. Para usá-los em corrente alternada eles são operados com circuitos retificadores internos ou externos que fornecem uma corrente de saída regulada em baixa tensão.
A Lâmpada LED é uma lâmpada de estado sólido que utiliza diodos emissores de luz (LEDs) como fonte de luz.
LEDs não emitem luz em todas as direções, e as suas características direcionais afetam o design das lâmpadas. A eficácia da conversão da energia eléctrica para a luz é geralmente maior do que para as lâmpadas incandescentes.
Atualmente existem soluções de iluminação com LED, para substituição total de qualquer modelo ou tipo de lâmpadas. Sejam elas de incandescência, de halogéneo, de fluorescência, economizadoras ou não, e sejam até mesmo de descarga (com iodetos metálicos). Em qualquer das soluções, a poupança de energia está sempre patente, podendo ir dos 50% até aos 90%.
A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes ou de LED é tida como a mais importante medida de controlo das emissões de gases com efeito de estufa. O objetivo é em 2020, estarem em metade do mercado doméstico mundial.
A eficácia dos dispositivos LED continua a melhorar, com alguns chips a serem capazes de emitir mais de 100 lumens por watt.
Uma vez que a eficácia luminosa (quantidade de luz visível produzida por unidade de entrada de energia elétrica) varia muito entre as lâmpadas LED e lâmpadas incandescentes, as embalagens das lâmpadas trazem normalmente marcadas a sua saída em lúmens e o comparativo em watts a uma lâmpada incandescente com aproximadamente o mesmo fluxo luminoso, para referência do consumidor na compra de uma lâmpada que possa fornecer o mesmo nível de iluminação.
Pode reduzir até 80% do dispêndio com a iluminação por substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas de LEDs (lâmpadas economizadoras fluorescentes não suportam o constante ligar e desligar).
A Longevidade das lâmpadas LED é definida pelo tempo que estas demoram a alcançar 70% da sua potência inicial. Uma boa lâmpada LED tem uma vida útil extremamente longa, de 50.000 horas, podendo atingir em alguns casos 100.000 horas de funcionamento, sem influência do número de vezes que se ligam e desligam ou do número de horas de funcionamento contínuo. Isto permite manter a mesma lâmpada em operação durante 10 a 30 anos (cerca de 25 vezes mais que as lâmpadas comuns). Maior Longevidade e consequente baixa manutenção permite uma mais significativa poupança de recursos.
Há que ter em conta que as características de eficácia luminosa dos tipos de lâmpadas são válidas enquanto estas são novas, no entanto a luminosidade diminui ao longo da sua vida útil, de 30% a 50%, além de que, a temperatura ambiente, pode afectar a performance destas. Toda fonte de luz artificial tem o seu fluxo luminoso depreciado com o tempo. Quando se trata de LED, não é diferente. A partir da informação da vida mediana na embalagem, o LED pode durar cerca de 50 mil horas. Para definir a vida útil real deste sistema, é preciso saber o nível de depreciação de luz, definido em duas principais escalas:
O principal fator para a redução de vida útil e depreciação lumínica significativa é a falta de dissipação de calor. A vibração, que é uma condição para a redução de vida útil das lâmpadas tradicionais, não tem efeito algum sobre o LED, já que ele não possui filamento e funciona em um pequeno chip, onde os impactos vibratórios não o atingem.
Esta é a grande mais-valia das lâmpadas LED. A tecnologia LED permite poupar até 90% na sua factura de electricidade, sendo os LEDs muito mais eficientes que qualquer outro tipo de iluminação eléctrica. Esta relação de eficiência é medida em lúmens por Watt (lm/W); no caso dos LEDs variam entre 60 a 130 lm/W, enquanto que uma lâmpada incandescente tem uma eficácia de apenas 15 lm/W, e uma lâmpada de halogéneo 19 lm/W. Um consumo de energia muito baixo, relativamente às lâmpadas de incandescência (as lâmpadas LED consomem 20% da energia para a mesma iluminação que uma lâmpada comum), alem de terem um consumo ligeiramente melhor que lâmpadas economizadoras fluorescentes, e uma eficiência energética maior. Como o LED tem potência baixa, consome pouca energia, além de ter uma vida útil alta, o que contribui para haver muito menos troca de lâmpadas.
Nesse aspecto, o LED é diferente de todos os modelos de lâmpadas tradicionais. Não provoca nenhum dano ambiental, energético ou econômico. Na sua composição não possui nenhum tipo de metais pesados, tais como tungsténio como as lâmpadas convencionais, nem mercúrio como as lâmpadas fluorescentes e as de baixo consumo (1 lâmpada comum contém cerca de 25 a 30mg de mercúrio), que contamina o meio ambiente. É um sistema elétrico em que a luz não é emitida através de uma reação química. A lâmpada LED é completamente amiga do ambiente, contribui para um ambiente limpo e saudável, além de reduzir considerávelmente as emissões de CO2. Não há emissão de ultravioleta (UV) ou infravermelho (IR), o que beneficia o uso do LED em mais uma aplicação: iluminação de obras de arte. Além de a radiação prejudicar as obras, o calor também era um impeditivo para a iluminação a curta distância, A não emissão de radiação infravermelha, faz com que que o feixe luminoso seja frio.
Ao contrário das lâmpadas incandescentes, que se partem com facilidade, as LED, baseadas em semicondutores, são resistentes ao choque e às vibrações graças à tecnologia de estado sólido LED, portanto, sem filamentos e sem vidro, sendo por isso muito mais robustas. Também resistem muito melhor às sobrecargas de tensão que se verificam na rede, sem se queimarem. Suportam o constante ligar e desligar que ocorre em espaços comuns.As lâmpadas economizadoras fluorescentes, nestas circunstancias, avariam passado poucas semanas de uso.
O fabrico em PVC de alta qualidade permite uma grande robustez mesmo com o uso mais intensivo.
Atingem o máximo de luminosidade instantaneamente, ao contrário de muitas lâmpadas economizadoras, estas não necessitam de aquecimento.
As características da iluminação em led, conferem níveis de consumo muito abaixo das lâmpadas de halogénio ou incandescentes, logo com um nível de aquecimento muito inferior (Baixa radiação térmica), o que resulta num consumo de energia muito mais reduzido. As lâmpadas LED não desperdiçam energia por irradiação de calor como as outras lâmpadas, sendo por isso conhecidas por "luz fria", permitindo utilizá-las em locais complexos, em pequenos espaços, ou em locais onde o consumo de energia com equipamentos de ar condicionado é elevado. Quase toda a energia fornecida às lâmpadas led é gasta na iluminação, pelo que não há, praticamente, libertação de calor.
As lâmpadas led oferecem várias opções de temperatura de cor, o que permite inúmeras possibilidades de iluminação, sobretudo em espaços de festa. De modo geral, temos leds nas mesmas temperaturas de cor que as lâmpadas tradicionais, compreendendo a escala de 2.700K a 10.000K. Além disso, a luz é muito mais brilhante, o que permite que as tonalidades dos objectos iluminados sejam reproduzidas com mais fiabilidade e de forma mais viva.
O sistema tem vantagem para a luz direcionada, aproveita melhor a luz dirigida e fica bom em várias opções de angulação sem perder a qualidade da luz e ajustando-se a vários ambientes.
Tipicamente são do tipo spot ligth, tendo como encaixe o E14 (rosca pequena) o E27 (rosca grande) ou o GU10 (2 pernos). Permite a substituição direta das lâmpadas incandescentes ou fluorescentes compactas convencionais.
A iluminação led possui um design diferenciado quando comparada com a iluminação tradicional, com uma fonte de luz composta por pontos minúsculos.
O led é um tipo de semicondutor digital, permitindo a regulação da iluminação através da utilização de um controlador.
Os leds emitem uma luz constante. Muitas vezes, o problema das lâmpadas fluorescentes e as de baixo consumo em locais de actividade humana é o constante cintilar da luz, que pode chegar a ser incómodo e inclusivamente a provocar dores de cabeça, fazendo-nos optar por lâmpadas de halogéneo ou incandescentes. Com as lâmpadas led, este problema não existe.
Numa tecnologia que ainda está a amadurecer, as lâmpadas led só chegaram ao mercado de grande consumo em 2009/10, podem encontrar-se grandes disparidades na qualidade dos dispositivos. Até entre a mesma marca e o mesmo modelo podem existir diferenças na luz emitida ou no tempo de vida. Para já não falar nas diversas lâmpadas produzidas por diferentes fabricantes. De qualquer maneira, a escolha de marcas reconhecidas minimiza as surpresas desagradáveis. "Convém não fazer a transição completa, e em simultâneo, de todas as lâmpadas da casa".
Em termos de conforto para a visão, ainda é difícil competir com as lâmpadas incandescentes. Ao comprar uma lâmpada led, é importante que tenha em atenção a temperatura de cor. Acima dos cinco mil graus Kelvin, no branco frio ou Cold White, a luz começa a ser muito desconfortável. Nunca adquira uma lâmpada que não seja acompanhada de um descritivo das suas propriedades. Mas o ideal, mesmo, é experimentar antes de comprar, para perceber como se sente com este tipo de iluminação. Se não tiver possibilidade de a experimentar na loja, faça a substituição das suas lâmpadas gradualmente.
Uma boa lâmpada de led é necessariamente cara, a sua produção implica extração mineira e o uso de semicondutores. Os custos iniciais são mais elevados do que os de lâmpadas fluorescentes e incandescentes. Há uma grande variedade na oferta, podendo os preços ir de 2 € a 3 €, até aos 20 € ou mais.
Apesar de serem mais caras que as tradicionais lâmpadas incandescentes, ao fim de algum tempo o investimento é compensado. Actualmente existem alguns modelos de lâmpadas de leds a preços equivalentes aos preços das concorrentes do tipo fluorescente.
Necessidade de dispositivos de dissipação de calor, nos leds de alta potência (a quantidade de luz emitida pelo led diminui com o aumento da temperatura). Leds são degradados ou danificados, operando em altas temperaturas, as lâmpadas de led tão tipicamente incluem elementos de dissipação de calor, tais como dissipadores de calor e aletas de refrigeração.
A decomposição química de chips de LED reduz o fluxo luminoso ao longo do ciclo de vida como acontece com as lâmpadas convencionais.
Na hora de escolher o tipo de iluminação, é importante primeiro analisar o ambiente, as dimensões, a funcionalidade, as cores que devem predominar, e depois sim, escolher o tipo de iluminação mais adequada e as lâmpadas mais indicadas.
Na montagem LED, fatores como corrente, cor, fluxo luminoso e tensão podem alterar o tipo de luz produzida. A qualidade do LED é importante neste aspecto, para que a compra do LED da cor desejada seja realmente fiel.
A análise começa no fluxo luminoso, como a luz deve ser distribuída no ambiente:
Em seguida, deve-se analisar que tipo de iluminação deve ser usada:
Outro item importante é saber identificar a lâmpada desejada pelas descrições de cada tipo e marca:
Finalmente deve-se seleccionar a fonte luminosa adequada pelas características de cor:
Para isto existem dois parâmetros importantes:
Porém, o grande problema é que nem todas as lâmpadas reproduzem tão bem cores quentes e cores frias ao mesmo tempo. As lâmpadas conhecidas como luz quente, tem IRC de 100, porém não reproduzem muito bem as cores frias, já as que reproduzem bem as cores frias, não reproduzem tão bem as cores quentes.
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| EQUIVALÊNCIA ENTRE OS DIVERSOS TIPOS DE LÂMPADAS | ||||
|---|---|---|---|---|
| LED | FLUORESCENTE COMPACTA (LFC) | HALOGÉNEO | INCANDESCENTE | |
| POTÊNCIA | 240 W | |||
| 150 W (2452 lm) | ||||
| 21 - 23 W | 100 W (1521 lm) | |||
| 9 - 11 W | 18 - 20 W | 75 W | 90 W | |
| 15 - 17 W | 75 W (1055 lm) | |||
| 6 - 9 W | 11 - 14 W | 50 W | 60 W (806 lm) | |
| 8 - 10 W | 40 W (470 lm) | |||
| 5 - 7 W | 25 W (249 lm) | |||
| 15 W (136 lm) | ||||
| DURAÇÃO MÉDIA VIDA | MUITO LONGA ( 50000 a 100000 Horas ) | LONGA ( 7500 a 8000 Horas ) | MÉDIA ( 2000 a 5000 Horas ) | CURTA ( 750 a 1000 Horas ) |
| GASTO ENERGIA | MUITO BAIXO | BAIXO | MÉDIA | ALTO |
| POUPANÇA MÉDIA ENERGIA | ATÉ 85 % | ATÉ 75 % | ATÉ 28 % | 0 |
| CUSTO FUNCIONAMENTO | MUITO BAIXO | BAIXO | MÉDIA | ALTO |
| RENDIMENTO LUMINOSO | 60 - 130 lm/w | 50 - 80 lm/w | 15 - 25 lm/w | 10 - 15 lm/w |
| IRC | 70 - 80 ra | 70 - 85 ra | 100 ra | 100 ra |
| TEMPERATURA COR | 2700 k - 10000 k | 2700 k - 8000 k | 3000 k | 2700 k |
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